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Você conhece todos os tipos de Mediunidade?

Tipos de Mediunidade

No último post explicamos o que é e porque desenvolver a mediunidade. Mas existem vários tipos de fenômenos mediúnicos que vão desde os mais sutis até os de efeitos físicos. 

Existem fenômenos considerados paranormais e outros realizados por espíritos. Um fenômeno mediúnico só pode assim ser considerado apenas quando uma entidade espiritual realiza algo através de um encarnado, um mediador.

Quando um espírito realiza uma ação direta na matéria, devemos chamar de fenômeno espiritual ou poltergeist. E quando um encarnado realiza uma ação diretamente no lado espiritual, devemos chamar de fenômeno anímico ou paranormal.

Todos esses processos caminham em conjunto, se misturam e seria infrutífero tentarmos definir ou limitar suas manifestações. Para fins didáticos vamos dividi-los em três tipos:

Fenômenos a partir do Médium

Telepatia: faculdade em que o médium recebe imagens ou pensamentos emitidos por um encarnado ou desencarnado. Pode ser confundido com intuição mas na verdade é “perceber” uma informação produzida por outra pessoa e não trazida pela sua conexão divina.

Clarividência no Ambiente: Visão extrafísica onde o médium percebe fatos ocorridos no local.

Clarividência no Espaço: Visão extrafísica onde o médium vê cenas, objetos, sinais ocorridos em um local diferente do que está.

Clarividência Direta: Visão extrafísica com olhos abertos, sobreposta às informações físicas.

Clarividência Indireta: Visão extrafísica com olhos fechados, dentro da mente como uma imaginação, deixando o físico em segundo plano.

Clarividência Arquetípica: Visão extrafísica de cenas ou imagens que representam algo, que trazem uma informação que ainda precisa ser interpretada metaforicamente, como uma tradução. A visão é apenas uma representação de sentimentos ou condições reais.

Clariaudiência: Audição extrafísica onde o médium ouve, com seus ouvidos, vozes e sons emitidos por espíritos. Os sons podem prover do local onde o médium está (clariaudiência no ambiente) ou de lugares distantes (clariaudiência no espaço).

Claricinestesia: Sensibilidades extrafísicas correspondentes ao tato, olfato e paladar. É a capacidade de sentir presenças sem vê-las ou qualquer outra perturbação energética. Em casos extremos pode gerar arrepios, dores chegando até a apresentar hematomas visíveis no corpo físico (somatização).

Psicometria: É a capacidade de ver, ouvir e sentir informações extrafísicas quando o médium toca, por exemplo, um objeto relacionado ao caso que deseja pesquisar. A partir do toque, o médium passa a receber informações que estejam impregnadas no objeto.

Premonição em sonho: Capacidade de acessar fatos que ainda não ocorreram mas tem forte potencial de realização durante o sono.

Premonição em transe: Capacidade de acessar fatos que ainda não ocorreram mas tem forte potencial de realização enquanto o médium está acordado, apenas em estado alterado de consciência.

Regressão: Capacidade de ver o passado. Acessar fatos ocorridos com você ou com outro. Pode acontecer durante o sono ou em transe.

Déjà Vu: Sensação de já ter experienciado aquele momento. O termo é uma expressão francesa que significa literalmente “Já visto”. Às vezes esse fenômeno pode ser despertado pela semelhança com situações ocorridas em vidas passadas.

Desdobramento Inconsciente: É um processo natural de exteriorização do espírito, um distanciamento entre o corpo físico e o espírito. Ocorre durante o sono, quando há condições favoráveis à saída do espírito. Ao retornar, todas as informações adquiridas nesse processo ficam guardadas em nosso subconsciente. 

Desdobramento Consciente: Processo natural de exteriorização do espírito, realizado por vontade do médium. Quando o espírito retorna, as lembranças permanecem no consciente. 

Desdobramento Mental: Projeção apenas do Corpo Mental, realizado por vontade do médium. Quando o espírito retorna, as lembranças permanecem no consciente. 

Desdobramento Astral: Projeção apenas do Corpo Astral, realizado por vontade do médium. Quando o espírito retorna, as lembranças permanecem no consciente. A interação com o lado espiritual é mais intensa.

Intuição: Percepção de uma verdade vinda diretamente da ligação entre o médium e Deus através do seu Eu Superior.

Fenômenos Mistos

Incorporação Semi-consciente: Fenômeno onde o espírito do médium é levemente afastado do seu corpo físico enquanto a entidade espiritual se conecta ao corpo do médium através de seus chakras e passa a usar com menor liberdade os recursos dos aparelhos físicos. O médium fica em semi-transe.

Incorporação Inconsciente: Fenômeno onde o espírito do médium é totalmente afastado do seu corpo físico enquanto a entidade espiritual se conecta ao corpo do médium através de seus chakras e passa a usar com total liberdade todos os recursos dos aparelhos físicos.

Telementação: Incorporação no Corpo Mental do médium. A entidade coloca a mente do médium em estado de inconsciência ou semi-consciência e exerce domínio sobre os campos físicos e psiquicos.

Psicografia Direta: Incorporação parcial de manifestação escrita. Onde o espírito comunicante utiliza-se do braço e mão do médium.

Psicografia Indireta: Realizada por um processo telepático em que as palavras passam pela mente do médium que as escreve.

Psicofonia: Semelhante a  Psicografia, porém o espírito utiliza-se da garganta e boca do médium ou passando informações mentais.

Pintura Mediúnica: Prática de incorporação em que o médium não possui necessariamente as habilidades trabalhadas pelo espírito.

Transfiguração: Trata-se de um recurso utilizado pelos espíritos que adormece e desliga parcialmente o corpo denso, relaxando centros nervosos e tecidos orgânicos, fazendo alterações no aspecto físico do médium, impondo sua forma astral.

Fenômenos de Ação Direta

Levitação: Fenômeno de pessoas ou coisas serem erguidas ao ar, sem auxílio exterior de caráter material. Na realidade, através de ações espirituais, o objeto é envolvido por fluídos pesados isolando-os do ambiente físico e das ações da gravidade.

Materialização: Trata-se do deslocamento físico de objetos dentro de um ambiente ou para fora dele. Procede-se uma desmaterialização no ponto de origem e rematerialização no ponto de chegada.

Tiptologia: Batidas ou sinais como movimentação de objetos como sinalização da presença de espíritos, como o Tabuleiro Ouija.

Ectoplasmia: Condensação de ectoplasma e fluído espiritual para aparições.

Voz Direta: Ao invés de falarem através de médiuns ou utilizar telepatia, os espíritos emitem sons através de um aparelho vocal produzido através da ectoplasmia.

Aqui na Casa de Miguel buscamos auxiliá-los a desenvolver esses principais fenômenos anímicos e mistos em cursos e vivências para nos tornarmos cada vez mais empoderados de nossas forças e assim compreender o universo à nossa volta.

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Afinal, você sabe o que é Mediunidade?

o que é mediunidade

Para começar esse papo quebrando um tabu, a mediunidade é inerente ao ser humano. Em outras palavras, todos os seres humanos têm mediunidade em sua natureza. 

Mediunidade é um conjunto de faculdades sensitivas que colocam o indivíduo em contato com o plano espiritual e sutil. Agora, vamos pensar… Todo o ser humano possui um espírito, ouve, percebe e sente uns aos outros. 

Logo, todos nós temos essas capacidades. O único porém é que, quando desencarnados, vibramos numa frequência diferente de quando estamos encarnados. E conseguir sentir e perceber essa outra frequência é o que nos caracteriza como médiuns.

Médium, então, um intermediário, um instrumento de comunicação segundo a natureza. Médiuns são canais de comunicação entre o plano físico e os planos espirituais.

Desenvolvimento Mediúnico

Desenvolver a mediunidade significa aprender ou aprimorar as faculdades mediúnicas que cada um já tem a sua disposição e até treinar novas habilidades.

Podemos desenvolver essa mediunidade à medida que evoluímos e nos corrigimos perante as Leis Divinas, aumentando nossas percepções. Ou quando somos incubidos de uma tarefa que assumimos nos planos espirituais.

Independente da forma, quando atuamos como médiuns, somos plenamente responsáveis por tudo o que fazemos. Estamos comprometidos a auxiliar nossos irmãos e também a nós mesmos.

Quando mais nos aprofundamos na nossa própria mediunidade, deixamos as ilusões de lado e passamos a nos dedicar ao que realmente importa. Começando pelo entendimento de nossa natureza, que é essencialmente espiritual e não material. Até a compreensão de nossa missão pessoal.

Tipo de Mediunidade

Temos uma gama grande de fenômenos mediúnicos que vão desde os mais sutis até mesmo aos de efeitos físicos. Vamos abordar a mediunidade de um ponto de vista prático. 

Existem então fenômenos considerados paranormais e outros realizados por espíritos. Um fenômeno mediúnico só pode assim ser considerado apenas quando uma entidade espiritual realiza algo através de um encarnado, um mediador.

Quando um espírito realiza uma ação direta na matéria, devemos chamar de fenômeno espiritual ou poltergeist. E quando um encarnado realiza uma ação diretamente no lado espiritual, devemos chamar de fenômeno anímico ou paranormal.

Aqui na Casa de Miguel buscamos auxiliá-los a desenvolver esses principais fenômenos em cursos e vivências para nos tornarmos cada vez mais empoderados de nossas forças e assim compreender o universo à nossa volta.

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REACT: Vida Após a Morte

Vida Após a Morte Netflix

ATENÇÃO, ESSE TEXTO CONTÉM SPOILERS!

A série Vida Após a Morte (em inglês Surviving Death) está disponível na Netflix desde janeiro de 2021. É um documentário sobre experiências, crenças e experimentos tentando desvendar os mistérios do pós-morte e da mediunidade.

Um dos fatores que mais chama a atenção e ao mesmo tempo reconforta é que, em nenhum momento a produção é absurda, mórbida ou assustadora. A série realmente tenta responder a uma das dúvidas mais antigas da humanidade: o que acontece quando morremos.

A Vida Após a Morte , que é baseada em um livro best seller assinado pela jornalista Leslie Kean, conta com entrevistas com cientistas, médiuns e psiquiatras para investigar e tentar encontrar explicações e razões para as famosas experiências espirituais.

Além da própria jornalista, o documentário traz pesquisas inovadoras com relatos de médiuns, médicos, pesquisadores (científicos ou não) e pessoas reais que vivenciam essas experiências.

A produção conduz os espectadores em uma viagem extraordinária por um mundo além da existência humana que conhecemos, confrontando a mortalidade. O que nos leva a um caminho para explorar a possibilidade de que a consciência possa viver depois que o corpo morre. 

No episódio inicial, o debate é sobre as experiências de quase morte e de pessoas que morreram e, após uma intervenção médica, conseguiram voltar à vida. O estudo desse caso vem sendo o centro de pesquisas de médicos do mundo todo, que relatam as mesmas visões experienciadas por todos os pacientes.

A questão, portanto, é a dificuldade da continuidade de estudo, sendo que o que os pacientes presenciaram aconteceu após o cérebro já ter parado o seu funcionamento.

É interessante como a produção traz personagens que, mesmo presenciando essas questões, seguem com a falta de crença, mostrando ser algo que está além do entendimento humano.

Nos outros episódios, ressaltando mais uma vez que sempre há o envolvimento de médicos, pesquisadores e da ciência em um geral, vemos também a morte sendo retratada com a existência de médiuns, que fazem a intermediação entre a pessoa falecida, os familiares e amigos.

E vemos também casos de crianças que, antes mesmo dos cinco anos de idade, começam a relatar quem eles eram nas outras vidas, dizendo informações extremamente precisas e impossíveis de serem do conhecimento de alguém com tão pouca vida. E que inclusive os pais e pesquisadores comprovam as informações trazidas por essas crianças através de pesquisas e contatos com a “antiga família”.

A produção não tenta forçar ao espectador uma verdade absoluta, mas aborda dados que, mesmo com provas, deixam a questão em aberto para que cada um tire as suas próprias conclusões.

Contudo, sabemos que a vida não acaba com a nossa morte carnal. A morte é apenas um fenômeno biológico, nosso espírito é imortal. Somos seres em constante evolução e nos encontramos nesse momento num ciclo encarnatório.

Os seres humanos estão no processo de reencarnação para acelerar o contato com todas as experiências que precisam ter para evoluírem. Já que o objetivo é elevarmos nossa consciência e nos juntarmos a Deus, é necessário sentirmos na pele todos os lados de todas as moedas.

Em outras palavras, é vivenciarmos de fato todos os problemas, realidades, dores e prazeres que um ser humano pode ter e assim termos empatia e conhecimento para ajudar o próximo.

Para finalizarmos, o mais gratificante de tudo é a forma na qual esses assuntos são retratados na série, pois não passam medo, pânico ou terror. Tratando a morte como algo que não deve ser temido e traz esperanças de que a vida não acaba a partir do momento em que o corpo para de funcionar.

Assista também o React de Vida Após a Morte pelo FacebookInstagram e Youtube! Todo mês analisaremos um filme novo, não deixe de acompanhar!

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Você conhece os Seres Encantados?

Sim, os Seres Encantados existem! São seres que possuem uma relação de amor profundo com a natureza. Eles estão em uma dimensão diferente da nossa, em um “planeta” só deles.

Entende-se que estes seres são manifestações espirituais. Criaturas que utilizam magias naturais para moverem ações diversas. Encantados são entidades que possuem uma força proveniente da natureza e por isso, são parte dela.

Essas entidades, que nunca tiveram forma humana, são seres com processo evolutivo diferente do nosso. Eles são protetores e trazem consigo o poder de cura, todavia podem também punir para doutrinar os humanos que, de alguma maneira, perturbam o equilíbrio do planeta.

Eles se conectam com a Terra por meio de sintonização energética e equalização das frequências, que possibilitam que eles venham para nossa dimensão e atuem aqui.

Eles entram em contato com pessoas que possuem sensibilidade para detectar sua existência, e podem ajudar ou interferir em uma grande variedade de questões em nosso plano físico.

Por se tratar de fadas, gnomos, gênios, dragões, etc, são seres que estão ligados a nossa criança interior, ao nosso lado lúdico, pensamentos e sonhos mas que acabamos nos desconectando ao longo do tempo. 

Portanto, desenvolver uma conexão com eles é extrema importância para trabalharmos com nossas dores, medos e traumas, principalmente os que marcaram nossa infância. 

E podemos nos conectar com eles quando sintonizamos na frequência deles, nos abrindo para essa troca. Aqui na Casa de Miguel temos diversos cursos e vivências em que você poderá conhecer mais sobre os mistérios desses seres graciosos e aprender a se conectar com eles. 

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Como acontece a incorporação?

Antes de mais nada precisamos lembrar que existem muitas frequências, dimensões e planos no universo. Nós, como seres encarnados na Terra, estamos em um desses planos e existe a troca de informações entre o nosso e todos esses outros planos.

Um modo de acontecer essas trocas, conversas e interações é através dos médiuns. Médiuns são pessoas que são meios, canais para transportar informação. A mediunidade é uma faculdade sensitiva, conseguir sentir os planos sutis. A mediunidade não é um dom, é uma capacidade que pode ser aprendida, adquirida, treinada e trabalhada.

Um médium é como um jornal ou revista, um meio onde a informação se manifesta. Se você é um canal que não tem informação, você não é um canal. Se existe uma informação sem um canal, a informação não existe. Então para o sistema funcionar, precisa-se desses dois fatores. 

É necessário ter um propósito, uma necessidade de passar uma certa informação. Porque e qual mensagem será passada ao incorporar, psicografar, entre outras formas de manifestar a mediunidade.

O médium é o instrumento para canalizar energias curadoras, amparadoras, punidoras, superadoras, conscientizadoras, inspiradoras e reveladoras. Médiuns são condutores de mensagens divinas. 

A incorporação é estar em profunda sintonia com outro espírito e, esse segundo, transferir uma mensagem para o corpo físico através de impulsos energéticos. Os chakras do espírito desencarnado se harmonizam e se conectam com os chakras do médium, assim o espírito consegue “controlar” o corpo do médium.

A incorporação pode ser consciente, inconsciente e semiconsciente, a diferença entre eles é apenas o grau de afastamento que o espírito do médium fica de seu corpo físico.

Numa incorporação consciente, a sensação é de uma telepatia, onde as informações são passadas pelo cérebro e não ocorre o controle total do corpo físico.

Na incorporação semiconsciente, o médium fica “presente” em semi transe e o corpo fica à disposição do outro espírito.

Já na incorporação inconsciente o médium exterioriza-se por completo e o espírito passa a ter total controle sobre o corpo. Desta maneira, o espírito do médium fica consciente de tudo o que se passa no plano astral porém não recorda ou pouco se recorda dos acontecimentos quando regressa ao corpo físico.

Aqui na Casa de Miguel temos cursos que ensinam as técnicas para desenvolver e aprimorar a mediunidade. Se você sente esse chamado, clique aqui e conheça a Escola de Mediunidade I.

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Mediunidade Universalista, isso é real?

Quando falamos em mediunidade é muito comum associarmos a uma religiosidade, sempre com dogmas e regras muito rígidas e difíceis de acompanhar.

Muitas pessoas sentem a necessidade de desenvolver as percepções mediúnicas, a busca de entender mais sobre si e sobre o universo, buscando a conexão com amparadores e com espíritos ascensos que poderão ajudar em seus caminhos de evolução.

A verdade que muitos evitam dizer é que mediunidade deve ser leve e fácil a todo ser humano. Ela não precisa ser associada a uma religião ou outra, pois é uma capacidade adormecida em todos os seres, que só precisa ser exercitada para aflorar. Parece simples quando pensamos desta forma não é mesmo? Mas é!

Universalismo é congregar de uma corrente de pensamento que não professa uma religião específica e admite que cada religião carrega em si pontos de vistas sobre as Verdades Divinas que podem auxiliar e apoiar à fé, e por esse motivo, todas devem ser respeitadas.

Alguns de nós se afiniza mais com a mensagem religiosa de uma ou outra denominação. Outros de nós preferimos um misto de visões e mensagens de denominações religiosas distintas. E outros de nós não nos sentimos à vontade com nenhuma mensagem de nenhuma religião, mas ainda assim temos uma visão empírica e pessoal sobre como se colocar e fazer parte desse universo, desse planeta e dessa sociedade.

O fato é: a prática demonstra que algumas pessoas preferem participar de uma corrente doutrinária, para praticarem sua fé; e algumas outras preferem ligar-se diretamente a Deus, sem intermediários e sem pertencer a nenhuma congregação, praticando sua fé ao seu modo.

Não existe o jeito certo. Existe a preferência de cada um e, a Mediunidade Universalista, entende que respeitar profundamente (e não somente tolerar) as preferências de religiosidade de cada um é um passo positivo para o crescimento consciencial, tanto individual quanto coletivo. Respeitar é evoluir!

Assim, no caso de uma pessoa que se denomina universalista, temos nela um indivíduo que se permite estudar diversas religiões, bem como mesclar sua compreensão metafísica com os estudos científicos, psicológicos e filosóficos, a fim de fazer a sua própria síntese sobre o que é a vida e como deve se conectar a Deus.

Portanto, ser um Médium Universalista nada mais é do que ser alguém que se conecta as várias verdades do universo por meio da mediunidade a fim de aprender com os diversos Mestres Espirituais as várias verdades criadas por Deus.

Te convidamos então a conhecer nossa proposta de Mediunidade Universalista, um curso semipresencial e modular que lhe proporcionará uma experiência mediúnica inigualável e indescritível, onde somente sentindo e se desenvolvendo você poderá compreender.

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