Outros Chakras

Esse texto foi extraído do material didático Caderno I – Terapia Bioenergética, ministrado por Daniel Souza.

Outros Chakras

Tendo em mente os estudos do capítulo anterior, daremos continuidade explicando que do mesmo modo que no corpo físico há órgãos vitais e órgãos de importância menor, do ponto de vista funcional básico, o corpo etérico apresenta chakras maiores, menores e mínimos. Os chakras maiores são centros ou vórtices de energia com cerca de 7,5 a 10 cm de diâmetro, com função de controlar e energizar os órgãos principais e vitais do corpo físico. Os chakras são como usinas geradoras que fornecem energia vital a esses órgãos. Quando essa usina funciona mal, esses órgãos adoecem, porque não têm suficiente energia para operarem adequadamente.
Os chakras menores têm cerca de 2,5 a 5 cm de diâmetro. Os chakras mínimos têm um diâmetro menor que 2,5 cm e ambos controlam e energizam partes mais específicas dos corpos.
Apesar de nosso estudo estar focado no duplo-etérico ou corpo vital, todos os outros corpos tem chakras, partindo do ponto de vista que todos se comunicam e também tem pontos de troca energética.
Vejamos alguns outros chakras bastante utilizados em curas e reequilíbrio energético.

Chakras dos Pés
Localização: na planta dos pés, bem no meio, são chakras de base.
Características: realidade terrena, compreensão da vida, provoca segurança.
Também temos outros chakras nos pés, inclusive os que se interligam diretamente aos 7 maiores.

Chakras das Mãos
Localização: nas palmas das mãos e outros nas pontas dos dedos.
Características: instrumento de energização, dando o poder de retirar, colocar e fazer circular.
Com treino, os chakras das pontas dos dedos podem ser ativados individualmente, também executando diferentes trabalhos.

Cada órgão ou partes do corpo físico também tem um ou mais chakras ligados, assim, temos o chakra do baço, chamado chakra esplênico. Mas também temos o do fígado, dos rins, do estômago, do duodeno, do esôfago, do coração, dos olhos, dos ouvidos, das mamas, joelhos, cotovelos, órgãos sexuais e assim por diante.
Existem chakras utilizados em trabalhos espirituais e de desenvolvimento energético, como o ori, que está ligado às forças espirituais do ser; Alta Major, próximo ao cerebelo, bastante utilizado nas canalizações e obsessões espirituais; o chakra da testa, ligado à glândula pineal; chakra meng mein que ajusta o fluxo de subida e descida das energias e está localizado nas costas próximo ao chakra umbilical; umeral, localizado nas omoplatas, que faz ligação com energias mais sutis, filtrando-as.
Os chakras maiores, menores e mínimos estão por todo o corpo vital, assim, podemos dizer que para cada poro de nosso corpo físico existe um chakra correspondente.
Todos eles estão interconectados através de filamentos (canos finíssimos) denominados de nadi pela ciência Yogue. Dessa maneira, podemos projetar energias para todas as partes do corpo sutil através dos chakras principais e vice-versa.
Mas aqui cabe um aparte. Em diversas culturas temos nomenclaturas diferentes para a Bioenergia, os chakras e suas conexões.
Diversos estudos distintos ao redor do mundo, sendo alguns já milenares, mapearam esses pontos energéticos, gerando tratamentos específicos. Richard Gerber em seu livro Medicina Vibracional (Editora Cultrix) busca unir as diversas linguagens e estabelecer pontos limites para cada uma dessas ciências energéticas.
Provavelmente você já ouviu falar em acupuntura e reflexologia.
Na acupuntura temos o tratamento sendo realizado nos chamados pontos acupunturais, que são pontos espalhados pelo corpo físico, que por sua vez são interligados por canais chamados meridianos.
Na reflexologia também temos o conceito de meridianos, adicionado ao conceito da medicina ocidental de pontos nervosos (sistema nervoso).
Bem, os pontos nervosos estão mapeados e identificados na literatura da medicina ocidental e são constituídos de capilares espalhados pelo corpo físico que através de impulsos bioelétricos atuam no funcionamento e interconexão de todo o corpo físico.
Os meridianos foram mapeados pela medicina tradicional chinesa e várias técnicas, dentre elas a acupuntura, se servem deste conhecimento para executar seus tratamentos. Segundo estudos realizados e descritos por Richard Gerber, os meridianos são capilares distribuídos por todo o corpo e são constituídos de uma substância semi-material, porém, passível de mensuração elétrica. Podemos dizer que os meridianos estão num ponto de transição entre o corpo físico e o etérico.
Os Nadis foram mapeados pelos Yogues e também tem toda uma estrutura de tratamento formada. De acordo com Gerber, os nadis também são capilares espalhados por todo o corpo, porém, estruturado em substância não mensurável pelos aparelhos humanos, até o momento, ou seja, são mais sutis que os capilares meridianos.
Diferenças à parte, todos concordam em um mesmo ponto. Ao longo da coluna, formando um tubo imaginário, que vem do alto da cabeça e vai até os pés, ou seja, cortando verticalmente todo o corpo físico, existe a fonte de alimentação energética (em todos os níveis frequenciais) principal e que, a partir dela, se estendem para o restante dos corpos.
Assim podemos definir uma maneira segura de compreender os estudos de Bioenergia, bem como os tratamentos.
Em minha experiência, posso afirmar que durante um tratamento utilizando as técnicas bioenergéticas expostas nesse curso, todos os pontos energéticos dos corpos sutis, aos quais estivermos concentrados, estarão sendo trabalhados, sem que haja a necessidade de especificar em qual rede estamos trabalhando.
A cura do corpo físico, do ponto de vista Bioenergético, consiste em curar primeiramente o duplo-etérico, que é o corpo sustentador do corpo físico.
Com a experiência o aluno perceberá os resultados imediatos e surpreendentes que obterão utilizando essa técnica.

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