Magia e Alquimia no Renascimento

O Renascimento, que surge no século XV, na península Itálica, é como um despertar depois do longo processo de Idade Média. Particularmente os primeiros Renascentistas retornam ao mundo clássico, que eles concebem fundamentalmente configurado pelos gregos, os romanos e também de certa medida, pelos os egípcios, os persas e todos aqueles que mexeram na profundidade da mente e do conhecimento sagrado. Esse retorno , as raízes clássicas não significa somente uma busca histórica. O que buscavam eram sementes vivas para levarem ao momento histórico correspondente, ativando-as, adaptando -as e dando – lhes as formas necessárias para convertê-las em algo útil as suas vidas.

Esse momento traz consigo uma enorme transformação do ponto de vista cultural. Muda-se a concepção do universo, a investigação científica; há uma nova arte, uma nova forma de conceber a política; novas idéias sobre a religião e grandes mudanças no ponto de vista filosófico. É como se imediatamente o homem e sua atitude  ante a vida dessem uma volta em altura e profundidade.

A Magia e Alquimia no Renascimento representam esse resgate da origem, transmutação e destino do homem através dos textos sagrados da sabedoria oriental e ocidental. Pois, desde a antiguidade existia uma necessidade de gerar, de re – despertar ou de dar nascimento a um homem diferente, um homem mais elevado e mais profundo. O resultado foram homens que fizeram história, que mudaram o seu interior e exterior vivendo a verdadeira magia e alquimia, deixando um legado Cultural, Artístico, Religioso, Político, Científico e Filosófico. Pois sabiam VIVER.

via Magia e Alquimia no Renascimento | Nova Acrópole – Sede: Sorocaba – SP.

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