Família, família…

“(…) Família, família
Cachorro, gato, galinha, papagaio (…)”

Sempre ouço que o nosso maior carma é a família; se estamos naquela família é porque precisamos “pagar” o que devemos para o plano espiritual.

Concordo em parte com esta afirmação e vou expor meu ponto de vista. Primeiramente, carma não é sinônimo de dívida e sim de aprendizado. Quando encarnamos é para aprender o que não sabemos fazer direito e enquanto não aprendermos, iremos repetir e repetir, até aprendermos. Isto é um fato e não tem como mudar; é uma Lei Divina.

“Aprender a conviver em sociedade”, eu considero um dos maiores desafios, pois somos pessoas com ideias e valores diferentes, além de queremos o tempo todo impor as nossas verdades e vontades, mesmo que inconscientemente em certos momentos.

Este é o ponto que quero chegar com você: conviver não é simplesmente ignorar o que nos desagrada e aceitar aquilo que está de acordo com seus valores. Isso é comodismo! Não evoluímos se não sairmos da zona de conforto; é necessário se abrir para o diferente, para o novo.

E sendo a família a primeira egrégora com quem nos relacionamos, é natural que ocorram conflitos, um certo grau de desarmonia, pois são seres diferentes ocupando e partilhando do mesmo espaço. E não podemos esquecer que eles também estão em evolução e, se vocês então na mesma jornada, é porque o aprendizado é para todos.

É oportuno salientar, que nem sempre é viável a convivência familiar. Existem relações familiares severamente complicada, com muitas brigas violentas, originadas em vidas passadas e, somente com tratamento adequado, podem ser superadas.

Deus não dá a cruz maior do que possamos carregar.

O Divino Criador sempre nos ampara na nossa jornada, colocando em nossos caminhos pessoas e/ou mesmo famílias que nos “adotam”, onde nos sentimos tão acolhidos e pertencentes a elas, que faz com que tenhamos força e foco para superar as adversidades.

Não existe uma receita pronta para a harmonia familiar, mas há alguns procedimentos que poderá lhe auxiliar:

  1. Procure se conhecer, olhar para seu interior, descobrir os motivos que te levam a ter certas reações; pratique a empatia e critique menos o próximo.
  2. Se posicione perante os fatos da vida com consciência, parcimônia; fortaleça sua fé com o sagrado, independente de qual religião você seja, o importante é crer no amor divino e partilhar esta experiência com os seus semelhantes.

Pode parecer pouco as recomendações que estou lhe orientando, mas acredite são os pequenos gestos que fazem a diferença!

 

Um forte abraço e até breve.

Edilce Albrez

Terapeuta Residente da Casa de Miguel

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Especialidades: Mandalas da Magia Divina, Terapia em animais domésticos*, Intuição, Pêndulo, Aura Meter, Bastão de Cristal e de Atlante.

Horários: Segundas às 14h, 15h, 16h e 17h

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