Chakra Umbilical ou Plexo Solar

Esse texto foi extraído do material didático Caderno I – Terapia Bioenergética, ministrado por Daniel Souza.


Chakra Umbilical ou Plexo Solar

Localizado próximo e acima do umbigo, está relacionado ao Poder Pessoal. Através dele fluem energias que tanto fortificam as posturas dos indivíduos como os tornam mais abertos às opiniões e circunstâncias ao seu redor, sem se desequilibrar internamente. Assim, reflete nas emoções e na capacidade de interação com grupos.
Está ligado ao pâncreas, exercendo o controle na liberação de Insulina e Glucagon.
Todos os chakras vibram em diversas cores, porém, temos o amarelo como predominante neste.

Problemas Físicos
– Diabetes
– Dores lombares
– Distúrbios no Sistema Nervoso Autônomo
– Pancreatite
– Hipoglicemia
– Insônia
– Consequentes distúrbios no baço, fígado, intestinos, vesícula biliar, duodeno e estômago.

Problemas Psíquicos
– Prazeres imediatos
– Suscetibilidade emocional
– Sentimento de inferioridade
– Insegurança
– Raiva e agressividade excessiva
– Falta de proteção
– Ansiedade
– Preconceito

Pâncreas: é uma glândula do sistema digestivo e endócrino de animais vertebrados. Ele é tanto exócrino (secretando suco pancreático, que contém enzimas digestivas) quanto endócrino (produzindo muitos hormônios importantes, como insulina, glucagon e somatostatina).
Insulina: é a hormona responsável pela redução da glicemia (taxa de glicose no sangue), ao promover o ingresso de glicose nas células. Esta é também essencial no consumo de carboidratos, na síntese de proteínas e no armazenamento de lipídios (gorduras).
Glucagon: é um hormônio (polipeptídeo) produzido nas células alfa do pâncreas e também nas células espalhadas pelo trato gastrointestinal. São conhecidas inúmeras formas de glucagons, sendo que a biologicamente activa tem 29 aminoácidos.
É uma hormona muito importante no metabolismo dos hidratos de carbono. O seu papel mais conhecido é aumentar a glicemia (nível de glicose no sangue), contrapondo-se aos efeitos da insulina. O glucagon actua na conversão da ATP (trifosfato de adenosina) a AMP-cíclico, composto importante na iniciação da glicogenólise, com imediata produção e libertação de glicose pelo fígado.
Plexo Solar: Também conhecido como plexo celíaco, é um agrupamento autônomo de células nervosas no corpo humano localizado atrás do estômago e embaixo do diafragma perto do tronco celíaco na cavidade abdominal. Está diretamente ligado aos órgãos: estômago, baço, rins, fígado e pâncreas.
Plexo nervoso é uma expressão que se origina do latim plexu, significando “enlaçamento”, designando em anatomia a rede de nervos do sistema nervoso periférico e autônomo.
Sistema nervoso autônomo: é a parte do sistema nervoso que está relacionada ao controle da vida vegetativa, ou seja, controla funções como a respiração, circulação do sangue, controle de temperatura e digestão. É também o principal responsável pelo controle automático do corpo frente às modificações do ambiente.
Estômago: é um órgão presente no tubo digestivo, situado logo abaixo do diafragma, mais precisamente entre o esôfago e o duodeno. Nele, os alimentos são pré-digeridos e esterilizados, a fim de seguirem para o intestino, onde são absorvidos.
Fígado: é a maior glândula do corpo humano, e localiza-se no canto direito superior do abdómen, sob o diafragma.
Entre algumas das funções do fígado, podemos citar:
– destruição das hemácias;
– emulsificação de gorduras no processo digestivo, através da secreção da bile;
– armazenamento e liberação de glicose;
– síntese de proteínas do plasma;
– produção de precursores das plaquetas;
– conversão de amônia em uréia;
– purificação quanto a diversas toxinas;
– destoxificação de muitas drogas e toxinas.
Vesícula Biliar: é um órgão em forma de pêra que armazena cerca de 50mL de bile até que o corpo a necessite para a digestão.
Baço: é um órgão do corpo humano, de forma oval, pesando cerca de 150 g, situado na cavidade abdominal. Possui uma face diafragmática (que se relaciona com o diafragma) e uma face visceral (que se relaciona com o estômago, o cólon transverso e o rim esquerdo).
É o maior dos órgãos linfáticos e faz parte do Sistema Retículo-Endotelial, participando dos processos de hematopoiese (produção de células sangüíneas, principalmente em crianças) e hemocaterese (destruição de células velhas, como hemácias senescentes – com mais de 120 dias). Tem importante função imunológica de produção de anticorpos e linfócitos, protegendo contra infecções, e a esplenectomia (cirurgia de retirada do baço) determina capacidade reduzida na defesa contra alguns tipos de infecção. É um órgão extremamente frágil, sendo muito suscetível à ruptura, em casos de trauma ou ao crescimento (esplenomegalia) em doenças do depósito e na hipertensão portal.
Rim: é cada um dos dois órgãos excretores, em forma de feijão (tendo no ser humano, aproximadamente 11 cm de comprimento, 5 cm de largura e 3 cm de espessura). É o principal órgão do sistema excretor e osmoregulador dos vertebrados. Os rins filtram dejetos (especialmente uréia) do sangue, e os excretam, com água, na urina; a urina sai dos rins através dos ureteres, para a bexiga.

As definições acima são parte de textos provenientes da Wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil)

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